Big Data e Cloud Computing como extensão da capacidade humana

Consolidados nas operações cotidianas de marketing digital, Big Data e Cloud Computing ainda são terreno misterioso para muitas marcas. Neste artigo, Fagner Correa da Silva, Analista de Inteligência Digital na Math Marketing, traça um panorama das duas tecnologias enquanto facilitadoras de processos. Confira abaixo!

As tecnologias de Big Data e de Cloud Computing estão se tornando objetos de composição da existência humana: ferramentas de extensão das nossas capacidades. O primeiro é a extensão na capacidade de organização do grande volume de dados gerados e o segundo da disposição da informação.

Big Data é a inteligência para pesquisa no mar de informações que está presente na nuvem. O Cloud Computing é a própria nuvem, são dispositivos dispersos pelo planeta para persistência de dados e que podem hospedar informações em diversos formatos digitais.

Informação e ruído inerentes à humanidade

Para estudarmos o comportamento da humanidade na antiguidade é necessário que pesquisemos e analisemos qualquer forma de documentação (que poderiam ser ou em pedras ou em desenhos, por exemplo). Isso pode nos fazer acreditar que em um futuro não muito distante será possível estudar o comportamento humano inclusive em informações digitais – querendo ou não, de alguma forma, estamos deixando rastros. O maior desafio é que este rastro que estamos deixando digitalmente está sujo e desorganizado, cheios de ruído (gírias, erros de ortografia e páginas de internet mal estruturadas) – que atrapalha na organização dos dados disponíveis na nuvem para gerar algum tipo de conhecimento. O fato, então, é que este ruído está atrasando o desenvolvimento de novas inteligências, é o “calcanhar de Aquiles” do processamento de informações.

Há alguns anos, a Good.is, em parceria com a IBM, publicou um infográfico que mostra a adesão ao Cloud Computing. Mostrou que são enviados quase 3 milhões de e-mails por segundo, é feito upload de 20 horas de vídeos no YouTube e a cada 1 hora o Google processa, todos os dias, 24 petabytes (1 petabyte equivale a 1000 terabytes) de informação.

Tecnologia como extensão do desenvolvimento humano

A adesão do Big Data está na necessidade em encontrar estas informações de acordo com a necessidade. Nosso cérebro é utilizado na medida em que for necessário, dependendo da situação (voluntaria ou involuntariamente) e da informação que dispomos nele. Digamos que, por exemplo, alguém desejasse fazer um bolo de maçã e ainda não tivesse experiência ou contato com esse tipo de informação: seria necessário encontrá-la. As pessoas aderiram ao Big Data quando começaram a utilizar os algoritmos dos sistemas de busca de informação digital (ex.: Google) na internet (Cloud Computing – nuvem). Então Big Data está para a pesquisa na nuvem de “como fazer um bolo de maçã” assim como eu estou para acessar esta mesma informação na minha memória.

O que foi descrito até agora é mais um passo no processo de evolução no desenvolvimento humano. Evoluímos fisicamente e agora estamos em ascensão na evolução da sapiência: acesso à informação na nuvem (Cloud Computing) como serviço (Big Data) e como uma extensão de nosso conhecimento – em qualquer lugar que estivermos.

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