Big Data

Big Data não é coisa do passado, o jeito que você analisa dados é

No contexto do marketing online é muito comum que termos e conceitos caiam em desuso ou sejam considerados “defasados”. Às vezes, essa ideia se deve mais a preconceitos, ou mesmo a modismos, que a fatos. Uma das vítimas dessa busca incessante por novidades (que nem sempre representam algo relevante) foi o termo Big Data.

Qualquer marca que trabalhe solidamente em marketing sabe que o conceito – muito utilizado em meados dos anos 2000 – ganhou status de proibido, antiquado. Mas…concretamente falando, será que isso é verdade? Uma rápida observação mostra que o Big Data nunca esteve tão presente em nossas atividades diárias quanto agora. Ora, como já falamos aqui, dados são o novo petróleo!

Big data – presente hoje sim!

A verdade é que o conceito de Big Data está mais presente do que nunca. Isso nos leva a uma questão importante: não é a ideia de Big Data que está defasada, mas sim a aplicação dela nos negócios.

Já falamos bastante por aqui sobre como a prática de analytics vem sendo decisiva para ações de marketing. Hoje, é injustificável realizar ações “às cegas” quando temos acesso a tantos dados úteis disponíveis. E o que é isto senão Big Data?

Mineração de dados e Big Data

Em tempos em que dados são o novo petróleo para ações de marketing, é importante investir na mineração de dados, uma variedade de técnicas automatizadas usadas para interrogar esses dados e fazer inferências das possíveis relações e significados.

Praticamente toda atividade online realizada pelos usuários deixam rastros que dão insights preciosos sobre seu comportamento: onde vivem? Com quem convivem? O que acessam? Com que objetivo? Quanto tempo passam na página X em relação à página Y?

O que estou fazendo errado?

Um dos motivos pelos quais o Big Data passou a ser considerado antiquado no marketing digital, além de uma tendência natural do meio a derrubar conceitos em busca do novo, foi a má utilização do conceito.

Sim, dados são uma fonte formidável de insights para traçar estratégias, mas isso não quer dizer que simplesmente obter os dados irá garantir 100% de efetividade em suas ações. Pelo contrário, o acúmulo de dados brutos sem a capacidade de processamento adequada gera apenas um clima de confusão dentro da empresa. Em outras palavras: marcas devem estar prontas para analisar dados.

Posicionamento preditivo com o Big Data

É neste ponto que reside a importância de um alinhamento preditivo da estratégia de marketing. O processamento de todas estas informações nos ajuda a definir ações futuras de modo a conquistar não só o sucesso em efetuação de vendas, mas também na fidelização dos consumidores.

Como observa o cientista de dados Steven Finlay, “uma organização que implementa bem a análise preditiva pode esperar melhorias em seus processos comerciais na casa de 20-30%, ou superior a isso em alguns casos específicos”.

Traçando insights relevantes dos diferentes perfis do seu público consumidor, podemos criar ações de marketing online personalizadas de acordo com seus diferentes interesses e dores relacionados ao produto ou serviço em questão.

Este perfilamento preditivo do cliente ajuda a aumentar ainda mais a efetividade das ações de marketing online. Tudo graças a quem? Ao Big Data!

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