A cada minuto, as empresas coletam milhares de informações. Não é segredo que o Facebook, por exemplo, processa 2.5 bilhões de ocorrências e mais de 500 terabytes de informações todos os dias, acrescentando 2.7 bilhões de likes e 300 milhões de fotos por dia, a mídia social coleta 105 terabytes de informações a cada meia hora.

Já falamos sobre o Big Data em alguns posts, e esse conceito já tem um certo tempo. O fenômeno não aconteceu de uma vez, ele apenas fica cada vez maior.
O Big Data já é usado por diversas empresas para o gerenciamento de informações, o que não sabemos é se estamos fazendo as perguntas corretas. Uma coisa que sabemos: Elas precisam ser abrangentes.
Uma empresa focada no cliente com Big Data em seu alcance tem uma fonte incomparável de conhecimento a partir de um número crescente de fontes, os dados móveis, sociais, transacionais, dados de localização, financeiros, dados da família, médicos, pegada de carbono e do consumo dados.
Além disso, as informações estão sendo coletadas em tempo real com muitos desafios de integração. (Mas, muitas vezes armazenados de forma tradicional demais e processados em montantes enormes, perdendo uma grande quantidade de dados relevantes).
Com todas essas informações à mão, grande parte das empresas ainda fazem as mesmas perguntas de antes, e, obviamente, recebendo as mesmas respostas.
A chave do Big Data não é apenas dispor das informações, mas também saber como processá-las e estudá-las para visualizar novos ângulos de oportunidades de negócios e pontos de melhora. Para isso devemos começar a perguntar coisas diferentes, coisas maiores. Para perguntar grande, pense grande: Qual a principal pergunta que você gostaria de responder, mas sempre pensou que fosse impossível? Uma boa ideia é começar por aí.
Fonte: Wired